terça-feira, 6 de dezembro de 2011

As serpentes que roubaram a noite


Trabalho final da disciplina Processos de Formação de Leitores e Escritores 
Pedagogia 2011.2

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Uma maneira diferente de contar uma fábula...

Existem várias maneiras de contar uma fábula... Pode ser atráves da fala, da escrita, de fotos, ou tudo isso junto. Mas e uma fábula contada em libras, a Língua Brasileira de Sinais,  você já viu? Não? Então essa é a hora. Ainda que você não conheça tal linguagem, vale a pena conferir...   
Essa é a fábula da arara e do macaco. Se você a conhece, conte a história para nós. Se não conhece, que tal pesquisar? Ou pode ir mais além, criando uma história totalmente nova, baseando-se apenas nas imagens... que tal?


 



Postado por Jennifer Brito

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

A águia e a galinha


Esta é uma história que vem de um pequeno país da África Ocidental, Gana, narrada por um educador popular, James Aggrey, nos inícios deste século, quando se davam os embates pela descolonização. Oxalá nos faça pensar sempre a respeito.

 
"Era uma vez um camponês que foi à floresta vizinha apanhar um pássaro, a fim de mantê-lo cativo em casa. Conseguiu pegar um filhote de águia. Colocou-o no galinheiro junto às galinhas. Cresceu como uma galinha. Depois de cinco anos, esse homem recebeu em sua casa a visita de um naturalista.

Enquanto passeavam pelo jardim, disse o naturalista:

- Esse pássaro aí não é uma galinha. É uma águia.
- De fato, disse o homem.
- É uma águia. Mas eu a criei como galinha. Ela não é mais águia. É uma galinha como as outras.
- Não, retrucou o naturalista.- Ela é e será sempre uma águia. Este coração a fará um dia voar às alturas.
- Não, insistiu o camponês. Ela virou galinha e jamais voará como águia.

Então decidiram fazer uma prova. O naturalista tomou a águia, ergueu-a bem alto e, desafiando-a, disse:

- Já que você de fato é uma águia, já que você pertence ao céu e não à terra, então abra suas asas e voe!

A águia ficou sentada sobre o braço estendido do naturalista. Olhava distraidamente ao redor. Viu as galinhas lá embaixo, ciscando grãos. E pulou para junto delas.
 O camponês comentou:

- Eu lhe disse, ela virou uma simples galinha!
- Não, tornou a insistir o naturalista. - Ela é uma águia. E uma águia sempre será uma águia. Vamos experimentar novamente amanhã.

No dia seguinte, o naturalista subiu com a águia no teto da casa. Sussurrou-lhe:

- Águia, já que você é uma águia, abra suas asas e voe!

Mas, quando a águia viu lá embaixo as galinhas ciscando o chão, pulou e foi parar junto delas.

O camponês sorriu e voltou a carga:

- Eu havia lhe dito, ela virou galinha!
- Não, respondeu firmemente o naturalista. - Ela é águia e possui sempre um coração de águia. Vamos experimentar ainda uma última vez. Amanhã a farei voar.

No dia seguinte, o naturalista e o camponês levantaram bem cedo. Pegaram a  águia, levaram-na para o alto de uma montanha. O sol estava nascendo e dourava os picos das montanhas. O naturalista ergueu a águia para o alto e ordenou-lhe:

- Águia, já que você é uma águia, já que você pertence ao céu e não à terra, abra suas asas e voe!

A águia olhou ao redor. Tremia, como se experimentasse nova vida. Mas não voou. Então, o naturalista segurou-a firmemente, bem na direção do sol, de sorte que seus olhos pudessem se encher de claridade e ganhar as dimensões do vasto horizonte. 
Foi quando ela abriu suas potentes asas. Ergueu-se, soberana, sobre si mesma. E começou a voar, a voar para o alto e voar cada vez mais para o alto.
Voou. E nunca mais retornou."


Existem pessoas que nos fazem pensar como galinhas. E ainda até pensamos
que somos efetivamente galinhas. Porém é preciso ser águia. Abrir as asas e voar. Voar como as águias. E jamais se contentar com os grãos que jogam aos pés para ciscar.”
  

Extraído de artigo publicado pela Folha de São Paulo, por Leonardo Boff, teólogo, escritor e professor de ética da UERJ.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Bom dia!

Hoje vamos fazer relembrar de todas as fábulas que já foram postadas aqui no blog e comentar alguns detalhes para entedermos melhor a forma e o que compõe esse tipo de texto.

Entendendo as fábulas

    As fábulas são textos breves onde na maioria das vezes os principais personagens são animais, porém, com características humanas as quais nos remetem ao nosso dia-a-dia. O objetivo das fábulas é levar um conselho,uma crítica ou um ensinamento moral.

Normalmente os temas abordados são:

  •    Disputas entre personagens de características opostas (feio/bonito,inteligente/burro)
  •    Alguém enganar o outro para conseguir algo
  •    Relações de poder



Algumas das associações implícitas nas fábulas:
Raposa: esperta 
Tartaruga: lenta
Urso: dorminhoco
Cigarra: cantora e preguiçosa
Formiga:trabalhadora
Leão: O rei da selva
Porco: comilão
Gato: esperto
Coelho: veloz
Cachorro: amigo


Queremos saber suas opiniões,vocês acham que as fábulas conseguem alcançar seus objetivos?

Por Fernanda Alíria

domingo, 16 de outubro de 2011

Boa tarde!


Essa é uma fábula moderna de um autor pouco conhecido aqui no Brasil seu nome é Jon Scieszka, parece difícil de pronunciar, né? 
Mas é uma fábula muito interessante e engraçada, VAMOS LER?



QUEM  SENTE  PRIMEIRO...


     O  GAMBÁ,  O  ALMISCAREIRO  E  O  REPOLHO  ESTAVAM  DIANTE  DO  PORTÃO  DA  CASA  DO  GAMBÁ.
     LENTA,  MAS  INDUBITAVELMENTE,  O  PORTÃO  FOI  INVADIDO  POR  UM  CHEIRO  HORROROSO.
     ‘UH!’,  FEZ  O  GAMBÁ. ‘FOI  VOCÊ,  ALMISCAREIRO?’
     O  ALMISCAREIRO  BALANÇOU  NEGATIVAMENTE A  CABEÇA  PELUDA:
     ‘ EU  NÃO.  FOI  O  REPOLHO’.
     ‘OPA’,  DISSE  O  REPOLHO. ‘NÃO  FUI  EU,  NÃO’.
     OS  DOIS  OLHARAM  PARA  O  GAMBÁ,  QUE  DE  REPENTE  PARECIA  MUITO  INTERESSADO  EM  AMARRAR  DIREITO  O  TÊNIS.

MORAL:  QUEM  SENTE  PRIMEIRO  É  O  AUTOR  DO  CHEIRO.


Agora que todos já temos conhecimento da história gostaria que respondessem duas perguntas para nos ajudar a entender a fábula:

O  QUE  OS  PERSONAGENS  TINHAM  EM  COMUM  PARA  PODER  PARTICIPAR  DA  FÁBULA? 


O  QUE  CAUSOU  TODO  O  PROBLEMA  DA  HISTÓRIA?


   





Boa Tarde!

Essa é uma fábula já famosa do autor La Foutaine, a proposta é para que leiam e após a leitura escrevam o presente que vocês mais mais gostariam de ganhar e uma maneira para consegui-lo. 

Boa Leitura!

A Raposa e as Uvas 

Uma raposa faminta entrou num terreno ondehavia uma parreira, cheia de uvas maduras, cujos cachos se penduravam, muito alto, em cima de sua cabeça.


A raposa não podia resistir à tentação de chupar aquelas uvas mas, por mais que pulasse, não conseguia abocanhá-las.
Cansada de pular, olhou mais uma vez os apetitosos cachos e disse:
- Estão verdes . . .
É fácil desdenhar daquilo que não se alcança.
La Fontaine


sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Os três porquinhos

Boa noite, pessoal!
Nesse novo post estamos trazendo para vocês a fábula dos três porquinhos em vídeo.




Se identificaram com algum porquinho? Contem-nos qual foi e por que.